Sobre Sebastião Jorge

Advogado, Geógrafo, Jornalista e pós-graduado em Comunicação Social - USP, Professor e pesquisador do Departamento de Comunicação Social da Universidade Federal do Maranhão – UFMA, Ensaios publicados nos livros “Imprensa brasileira: figuras que fizeram história” – Volume I e Volume II, respectivamente sobre os jornalistas João Francisco Lisboa e Amaral Raposo. Editora: Imprensa Oficial de São Paulo e Universidade Metodista de São Paulo. Coordenador: Professor-Doutor José Marques de Melo. Os dois volumes fazem parte das comemorações dos 200 anos da imprensa no Brasil, comemorado em 2008.

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                                                                                          Sebastião Jorge

Há algumas semanas a batata que faz parte dos ingredientes da comida foi dada entre outras justificativas, pelo governo, como vilã, no aumento da inflação. Péssima notícia, nestes últimos dias que sepultam 2014. Comemorar o Natal e a passagem do ano com acusação à batata é lamentável.

Há quem ria dessa revelação com traços criativos, bisonhos e ridículos. Não vejo nada de engraçado. Muito menos divertido. Pela primeira vez na história do Natal uma simples batata modificará o costume milenar do ritual da ceia. A camada social de menor poder aquisitivo e que, talvez, não saiba nem o que é bacalhau, pouco se servirá dela. O chuchu – até tu? - não ficou atrás.

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Sebastião Jorge

Não sei que estranho fascínio exerce sobre mim essa ave de porte delicado e voz sonora. Escrevi várias crônicas a respeito dos rouxinóis, pelo muito que me inspira. Sinto falta de sua presença no beiral ou no jardim de casa entre avencas, hibiscos, azaléias, alfinetinhos e grama. Gosto de despertar do sono da noite, pela manhã e cedo, ouvindo os seus trinados suaves e que revelam ou se assemelham a um hino de despedida.

Não têm hora para cantar e menos para aparecer. Quando menos esperamos chegam para nos brindar. Não cantam bonito como o sabiá de voz forte e variações de notas, mas o charme é diferente. Fazem-nos ouvir na medida da limitação da voz com atenção e prazer.

Imagem_JPEG_120__90_pixelsPara ouvir o rouxinol cantando, acesse o link do youtube

https://www.youtube.com/watch?v=RfmY--QnbcQ

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Sebastião Jorge

A presente estação do ano que altera a natureza e o tempo que nos cerca, desta vez foi triste para os moradores da Rua de São Pantaleão. Por que não dizer? De toda a cidade.

No lugar da alegria contagiante pela beleza das flores da cor de um amarelo ouro, que se espalhava pelo chão ao sopro do vento, caídas de um pau d’arco, o que se olha, é um toco da planta na calçada do Tarquínio Lopes (Hospital Geral).

Administradores desalmados e insensíveis com a natureza cometeram um grave e imperdoável delito ecológico. O ato chocou pela agressão mesquinha, inaceitável. Barbárie que choca e se constitui em raro precedente.

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Sebastião Jorge

Não há coisa igual a nos fazer feliz que o sorriso de uma criança. Admirá-lo tem muito de graça e nos conduz a imaginar a uma flor nas areias do deserto de Saara ou na extensão dos Lençóis Maranhenses, à beira de um lago. O viajante cansado não resiste, para, senta e fica a apreciar esse pequeno milagre da natureza.

Criança transmite alegria. Onde se encontra modifica o ambiente, por tenso que seja. Transporta-nos para tempos distantes de quando éramos cercados pelo carinho dos adultos. O tempo apressa e encurta a vida e de repente aquela criança não é mais uma criança. Perdeu o sorriso. O mundo em que vive é outro. Exigente, cruel e repleto de regras e códigos de conduta.

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Sebastião Jorge

Hoje (05/10/2014) é o Dia D das eleições. Dia que o brasileiro julgará os candidatos pelo que fizeram ou deixaram de fazer. Pelo que prometeram sem cumprir e maliciosamente, exageraram no discurso transmitido na publicidade. A maioria anunciou mentiras para o eleitorado, enganando-o pela telinha da tevê, microfone de rádio, páginas de jornal e outros meios de informação.

Enganaram a muitos e nunca a todos. Ainda há na terra seres inteligentes.