Sobre Alexandre Maia Lago

Captura de tela de 2017 06 28 00 10 21ALEXANDRE MAIA LAGO é advogado graduado pela UFMA desde 1993. Um apaixonado por história, filosofia e literatura, possui uma coluna dominical no Jornal Pequeno dedicada a assuntos literários.

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 “No dia seguinte ninguém morreu”. Nos seguintes também não. Doença, queda mortal ou tentativa de suicídio perderam a relevância. Nem acidentes automobilísticos, esses eficientes colaboradores da morte, logravam bom êxito nessa tarefa. Nada mais despachava o homem deste mundo.

O chefe do governo pede “comedimento e sentido de responsabilidade nas avaliações e interpretações” do extraordinário fato. O arcebispo avaliou o caso com a cautela devida por representante de tão antiga instituição. Ao espanto inicial segue a alegria, muita alegria... Após inúmeras evidências constata-se que nesse país não há mais mortes.

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Não se trata de um livro, mas um poema, embora seu autor os tenha em quantidade suficiente para alguns livros. Aliás, despretensiosamente, ele declama em qualquer oportunidade. E o faz num comprometimento capaz de julgarmos tratar-se de profissional contratado. Patativa do Assaré, Fernando Pessoa, Augusto dos Anjos, Padre Vieira, Castro Alves, Carlos Nejar... Tanto faz, recitará com verve e alma. Alma de poeta.

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Quais dessas façanhas bastariam para escrever uma grande história? Defender os judeus nas barbas da Inquisição, um feito e tanto para ornar a biografia. Ter coragem de propor a cessão de Pernambuco à Holanda por pragmatismo visionário. Ser um diplomata encarregado de importantes missões em influentes reinos europeus. Missionário nas terras do norte do Brasil, possuidor de vasta erudição eternizada em documentos escritos, de uma verve oratória dos Demóstenes e dos Cíceros... Bastaria uma dessas. Quando, porém, todas elas recaem em um mesmo homem, temos Antônio Vieira, esse jesuíta português que pregou em São Luís, Salvador, Lisboa e Roma, impressionou sábios e se fez compreender pela gente simples.